Ainda os berros tardios, porém só agoram puderam ter acontecido, mas agora é anistia, com se nada tivesse acontecido aqui, como se a sompra do medo não tivesse em cada esquina do brasil, e a ansia genuina da crianção não estivesse sendo tosada com tortura e morde, a maneira mais cruel e ignorante possivel...
A anistia, poderosa, coloca tudo como um passado que não existiu, como se fossemos proibido de pensar, indignar ou chorar... como fica "Angelica" de Chico Buarque, e tantas cartas de dor do passado, anseando por um futuro que não vai lhe uvir mais, poruqe já perdoou a dor que deveras chora.
Está lá, o registro, batito corretamente nas antigas maquinas de escrever, por um excelente datilografio, que intercalava o cigarro na boca, enquanto transcrevia falsamente uma tortura, uma morte, está lá, em letras antigas batidas a maquina, que infelismente nao transfere a dor que o momento guardou.
Ficou ainda algo no ar, que a anistia não removeu, o perdão cristão não conseguiu cicatrizar e ainda nos poemos lindos do chico... faz nos pensar, que hã algo pendente, algo para se resolver, mas... daqui a pouco, o tempo enterra a todos, os bons os maus, e daí.. não há mais nada..
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