A frieza triste dos numeros, afasta sempre as verdades infinitas da vida, conta da luz, da agua, do telefone, da vida ! cai se no ritmo vicioso da vida sisuda de credito e debito, e outros até se redem totalmente ao valor desmenssurado do dinheiro, uma conta de luz ! uma rosa no jardim, uma conta de água, um canteiro a cultivar, uma conta telefonica e um pôr do sol, vai se trocando, vai se sobrevivendo e as vezes se perguntando porque ? e sem muita demora em reflexão, porque o horario do trabalho exige pontualidade.
Já a poesia não diz nada ? é coisa de quem não tem oque fazer, importante é a nota na escola, mesmo que não reflita educação alguma, imortante mesmo é oque se tem fora, e não oque se tem
dentro, e não oque se apreondeu por si proprio, ja não vale mais nada a percepção da verdade que se sente a cada segundo da existencia, já a poesia não diz nada, vale menos que o dinheiro, embora revele os tesouros verdadeiros e eternos, aqueles que importam, e fazem diferença, e é justamete oque buscamos com o dinheiro que não leva a ele.
Já não se lê fernando pessoa, nem drummont, nem camões, nem se perde nos versos bailarinos de quintana, não se quer nada, vê se iludido as coisas inúteis da tv, ou algo mais que nos faça passar o tempo, como se ele não tivesse valor, como se mágicas não estivessem acontecendo nas profundezas da floresta proxima.
Já a música estridente ressoa em alto volume, irritando a natureza que não gosta dela, mozart já não é nada, nem chopin, nem as lágrimas vindas das profundas emoçoes dos sentimentos mais
elevados, já nesta vida, só existe o dinheiro, e a rudeza do prazer passageiro, e a vil alegria do crédito superando o débito.
Mas o milagre da vida é este, não se pode tirar o conhecimento infiltrado e incrostado no fundo da alma, nem a alegria que vem do conhecimento e da sabedoria das coisas eternas, lá fora o mundo cai, mas não se pode mecher dentro de nós.
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