Coisas que causam mau estar, até mais que comida estragada é a vã analise superficial das coisas, como julgamento precipitado de alguem, só pela aparencia, ou "pelo que disseram"; da mesma forma a procura insensata por caminhos comuns e que não levam a lugar nenhum que a tentativa de realização de um desejo fisiologico ou passional.
Não tem jeito, quem não é comum e mediocre, é louco.
Talvez seja lindo passar no concurso para caixa economica federal, e ficar para sempre ali, doce sonho das nossas mães que quer para gente uma vida segura.
Assim vamos nós, gente deste planeta, desejando sonhos que acabam num precipicio, os brasileiros ainda continuaram assim, os homens procurando as loiras, e as loiras procurando os morenos, e pior, morenas pintando o cabelo de loira para agradarem os morenos, ahhhh é demais... pior que seguir um fetiche, e desistir de sua natureza para se vestir de fetiche masculino, santa atitude em prol do vão valor superficial empirico, sim poruqe no fim, não dá em nada mesmo.
Uma vez Teobaldo, viceral jogador, entrou num destes bingos criados pela lei Pelé, para formentar o esporte, mas que formenta mesmo é a conta da elite brasileira; teobaldo foi ao bingo mais uma vez, fazer oque ? diversão ou ganhar dinheiro ? nem ele sabe, nao sabe mesmo, se fosse diversao, gastaria menos no hopi-rare, e se for para ganhar dinheiro, seria mais seguro aplicar na bolsa, o risco AINDA é menor que um bingão; mas teobaldo foi la, movido por um desejo que ele nao sabe e nem quer saber, analisar a si proprio é coisa de "viado", auto analise ? isto não é coisa de homem não, homem mesmo enche a cara de cerveja no sabado, dorme até domingo e vai no bingo se divertir;
Daí que teobaldo jogou e aconteceu algo diferente desta vez, teobaldo entrou com 80 reais reservado do salario do 5o. dia util do mês, e com 80 reais conseguiu ganhar 60 mil, que grana; depois de ganhar contou para seus costumeiros amigos de bingo, tendo que comprovar, provocou alvoroço entre eles, alguns recomendaram comprar um carrão, outros guardar na poupança, e outros comprar uma casa propria, ora, ele já tinha casa propria, ele só ouvia, mas nao decidia nada, estava la com a grana e e logico que algumas moças que nunca se aproximaram, já estavam mais solicitas, e com sorrisos fartos e initerruptos, apressou se em usar seu poder e disse que pagaria a conta, resolveu apreesar-se para jogar mais, tinha cereza que ganharia mais dinheiro, as pessoas sao assim, quando tem uma vitoria, pensam que ganharão todas, e quando fracassam, pensam que fracassarão sempre, desta forma, sairam dali e como ficou de pagar a conta sozinho, só com fichas, embora 40 mil reais, pediu que alguem pagasse com um cheque, que ele cobriria depois, logico, com 60 mil, seu amigo fez um cheque basico e cobriu 600 reais de conta de 10 pessoas ali; logo tratou de isolar-se de seus amigos, para jogar e ganhar mais, saiu e ja arriscou logo, perdendo de cara 400 reais, grande coisa, pensou, logo recupero, quando é interrompido por 2 amigos, um deles relatou ao outro, ele ganhou quase 100 mil hoje, praticamente esta "rico", ninguem fica rico com 60 mil, mas é uma quantia intereesante para sonhar, então, vendo seus olhos vidrados o outro amigo pensou "ele não tem nada", como poderia nao ter nada alguem com 60 mil em fichas ganhas, então a posteriori, 60 mil valeria menos que uma analise a priori ? oque Kant tem a ver com isto ? passando se as horas, teobaldo ja tinha perdido 10 mil, para um ganhador, 10 mil de perda é um absurdo, mesmo restando 50 mil, hora ! com 40 mil ele poderia reverter as perdas e até ganhar mais uns 50 mil, sairia dali com 100 mil, e continuou a jogar... com oum jogador viceral que não olha para realidade, e a realidade é que raramente se ganha em bingos ou jogos de azar, tão raro, que quando se ganha, se pára e se encerra qualquer tentativa, porque certametne as proximas mil tentativas acabarão em fracasso, jogo de azar, é jogo de azar horas... mas foi se que pederu quase tudo e ficou somente com miseros 100 reais, e desesperado, procurou os amigos anteriores, e pediu que um deles lhe emprestasse mil reais, dizendo que só tinha fichas (nao contou que perdeu tudo), e que precisava pagar em real alguma conta, seu amigo achando que ainda estava com muito dinheiro, lhe deu o dinheiro, que foi convertido em mais fichas, ele foi com certeza absoluta que reverteria a atual onde de azar, e jogando, perdeu todo dinheiro emprestado, hora... uma felicidade momentanea passou por ele, lembrando que havia ali mais gente pensando que ele era ainda possuidor de 60 mil reais, onde conseguiu mais 2 mil em dinheiro, e jogando com alto risco, na certeza que ganharia, afinal nao seria possivel perder tantas vezes consecutivas, mas oque para ele era impossivel, é obvio a derrota e perde tudo... A posteriori, tinha 60 mil reais, a a Priori, a priori nao tinha nada, porque a priori se sabe que é um jogador, a priorios e sabe que em jogos de azar se perde na maioria das vezes, a priori se sabe que quem ganha, pensa que ganhará sempre, então jogará oque ganhou, acarretando a perda deste dinheiro também, a priori se sabe então, que ele na verdade,não tinha nada ! porque aquele dinheiro ganho, se acabaria, se sabia disto facilmente a priori, sem nenuma experiencia empirica anterior; kant Venceu, teobaldo perdeu.
Amanheceu Novalmente, nos infinitos segundos da vida, seguimos fazendo de conta que fazemos coisas diferentes, quando somos os mesmos a milênios... vamos fingindo... e a vida vai nos levando um a um até desaparecermos todos... amanheceu ! que bom ...
quarta-feira, outubro 29, 2008
segunda-feira, outubro 13, 2008
Proporcionalidade
Qual a resposta exata para cada atitude alheia ?
qual o retorno exato para alguem que ofende ? rouba ?
de alguma forma deixa nos a mercê de uma resposta
imediata e nunca exata !
Como fica a resposta para quem nos ofende por impulso ! rapidamente interpretamos como maldade, e respondemos por uma ofensa ainda mais forte, isto ! mais forte para derrotar e encerrar o assunto de vez, mas... se a ofença inicial, esta que recebemos foi por impulso... então como receberá nossa resposta o ofensor ? ele pensara que nós começamos, pensara que não queria fazer nada de mail... ora, foi um impulso, mas não sabiamos disto e a resposta foi fulminante, desta forma, recebemos outro retorno ainda mais forte que o nosso, então,
desta vez, nossa segunda resposta pode ser uma atitude fisica, uma violencia fisica, que por sua vez tera outro retorno ainda mais forte... então... qual o ponto exato ? quem deve parar ?
quem deve ficar no "débito" e parar de responder.. ou... qual seria a atitude exata para primeira ofensa, aquela que começou tudo isto ? qual é a atitude exata ! sim, porque se respondemos de forma muito branda, o ofensor podera se sentir a vontade de continuar fazendo o mal que ja
vem fazendo, mesmo sem maldade... então... qual seria a resposta exata ?
E... se o ataque não for impulsivo ? e se for proposital ? e se for um mal letende em alguem, que nos agride de forma indelevel, ou pouco a pouco, e se acumulando em nosso interior, tempos de martirio pouco, respondemos de forma brutal, como se acumulando tudo, devolvessemos
de forma terrivel ! em nosso interior, permance o "direito" de faze-lo, mas quem recebe, não entende ! porque o ultimo insulto, ou pequena agressão não justificava tanta violencia.
Qual a resposta perfeita, porque um nivel acima, provoca um retorno maior que o nosso, e por nossa vez, respondemos mais forte... quando parar...
Então, talvez a raiz de toda violenlcia, e sofrimento, é mesmo a falta de sabedoria de nós, porque sabendo quem somos, saberemos quem sãos os "outros",
qual o retorno exato para alguem que ofende ? rouba ?
de alguma forma deixa nos a mercê de uma resposta
imediata e nunca exata !
Como fica a resposta para quem nos ofende por impulso ! rapidamente interpretamos como maldade, e respondemos por uma ofensa ainda mais forte, isto ! mais forte para derrotar e encerrar o assunto de vez, mas... se a ofença inicial, esta que recebemos foi por impulso... então como receberá nossa resposta o ofensor ? ele pensara que nós começamos, pensara que não queria fazer nada de mail... ora, foi um impulso, mas não sabiamos disto e a resposta foi fulminante, desta forma, recebemos outro retorno ainda mais forte que o nosso, então,
desta vez, nossa segunda resposta pode ser uma atitude fisica, uma violencia fisica, que por sua vez tera outro retorno ainda mais forte... então... qual o ponto exato ? quem deve parar ?
quem deve ficar no "débito" e parar de responder.. ou... qual seria a atitude exata para primeira ofensa, aquela que começou tudo isto ? qual é a atitude exata ! sim, porque se respondemos de forma muito branda, o ofensor podera se sentir a vontade de continuar fazendo o mal que ja
vem fazendo, mesmo sem maldade... então... qual seria a resposta exata ?
E... se o ataque não for impulsivo ? e se for proposital ? e se for um mal letende em alguem, que nos agride de forma indelevel, ou pouco a pouco, e se acumulando em nosso interior, tempos de martirio pouco, respondemos de forma brutal, como se acumulando tudo, devolvessemos
de forma terrivel ! em nosso interior, permance o "direito" de faze-lo, mas quem recebe, não entende ! porque o ultimo insulto, ou pequena agressão não justificava tanta violencia.
Qual a resposta perfeita, porque um nivel acima, provoca um retorno maior que o nosso, e por nossa vez, respondemos mais forte... quando parar...
Então, talvez a raiz de toda violenlcia, e sofrimento, é mesmo a falta de sabedoria de nós, porque sabendo quem somos, saberemos quem sãos os "outros",
Já não há nada no Seculo 21
A frieza triste dos numeros, afasta sempre as verdades infinitas da vida, conta da luz, da agua, do telefone, da vida ! cai se no ritmo vicioso da vida sisuda de credito e debito, e outros até se redem totalmente ao valor desmenssurado do dinheiro, uma conta de luz ! uma rosa no jardim, uma conta de água, um canteiro a cultivar, uma conta telefonica e um pôr do sol, vai se trocando, vai se sobrevivendo e as vezes se perguntando porque ? e sem muita demora em reflexão, porque o horario do trabalho exige pontualidade.
Já a poesia não diz nada ? é coisa de quem não tem oque fazer, importante é a nota na escola, mesmo que não reflita educação alguma, imortante mesmo é oque se tem fora, e não oque se tem
dentro, e não oque se apreondeu por si proprio, ja não vale mais nada a percepção da verdade que se sente a cada segundo da existencia, já a poesia não diz nada, vale menos que o dinheiro, embora revele os tesouros verdadeiros e eternos, aqueles que importam, e fazem diferença, e é justamete oque buscamos com o dinheiro que não leva a ele.
Já não se lê fernando pessoa, nem drummont, nem camões, nem se perde nos versos bailarinos de quintana, não se quer nada, vê se iludido as coisas inúteis da tv, ou algo mais que nos faça passar o tempo, como se ele não tivesse valor, como se mágicas não estivessem acontecendo nas profundezas da floresta proxima.
Já a música estridente ressoa em alto volume, irritando a natureza que não gosta dela, mozart já não é nada, nem chopin, nem as lágrimas vindas das profundas emoçoes dos sentimentos mais
elevados, já nesta vida, só existe o dinheiro, e a rudeza do prazer passageiro, e a vil alegria do crédito superando o débito.
Mas o milagre da vida é este, não se pode tirar o conhecimento infiltrado e incrostado no fundo da alma, nem a alegria que vem do conhecimento e da sabedoria das coisas eternas, lá fora o mundo cai, mas não se pode mecher dentro de nós.
Já a poesia não diz nada ? é coisa de quem não tem oque fazer, importante é a nota na escola, mesmo que não reflita educação alguma, imortante mesmo é oque se tem fora, e não oque se tem
dentro, e não oque se apreondeu por si proprio, ja não vale mais nada a percepção da verdade que se sente a cada segundo da existencia, já a poesia não diz nada, vale menos que o dinheiro, embora revele os tesouros verdadeiros e eternos, aqueles que importam, e fazem diferença, e é justamete oque buscamos com o dinheiro que não leva a ele.
Já não se lê fernando pessoa, nem drummont, nem camões, nem se perde nos versos bailarinos de quintana, não se quer nada, vê se iludido as coisas inúteis da tv, ou algo mais que nos faça passar o tempo, como se ele não tivesse valor, como se mágicas não estivessem acontecendo nas profundezas da floresta proxima.
Já a música estridente ressoa em alto volume, irritando a natureza que não gosta dela, mozart já não é nada, nem chopin, nem as lágrimas vindas das profundas emoçoes dos sentimentos mais
elevados, já nesta vida, só existe o dinheiro, e a rudeza do prazer passageiro, e a vil alegria do crédito superando o débito.
Mas o milagre da vida é este, não se pode tirar o conhecimento infiltrado e incrostado no fundo da alma, nem a alegria que vem do conhecimento e da sabedoria das coisas eternas, lá fora o mundo cai, mas não se pode mecher dentro de nós.
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