O doce poder do nada, é a admiração por aquilo que perdemos, talvez porque o subconciente dê mais valor aquilo que não tenha mais chance de magoa-lo, ou ferilo de qualquer forma... tudo que se ausenta, ou se ausenta para sempre sempre será admirado. Ou talvez não tenhamos calma de apreciarmos o presente, e darmos conta que o presente nunca é eterno, e que por pior ou melhor que seja o presente, um dia será uma mera lembrança no passado, e eu mesmo serei lembrana na cabeça de alguem quando tiver sumindo no subsolo da terra.
Tudo que se precisa... um dia de sol e um pouco de vento gelado que nao fira a pele, um caminho lido pra caminhar, a brisa e a lembrança de algo bom do passado, talez não fosse tão bom se tivesse ao lado.
Oque tem de real nisto ? ou.. oque tem de irreal na forma de viver o presente.
Que enigmático é este sol, esta brisa... e estas tardes lindas de outono...
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