terça-feira, janeiro 02, 2007

O peso opressor do sistema

Quando comecei a estudar violino, eu me lembro que estava reclamando da forma como os professores da escola ensinavam, atrasavam sempre e não se preocupava com os alunos; na época uma amiga defendeu os professores dizendo algo como "Se voce quer mesmo aprender faça uma faculdade", uma mistura de despereso e angustia tomou conta de mim que não respondi nada, a palavra "vou fazer uma faculdade", e não vou entrar na escola para aprender ou aprender mais, vou entrar em um lugar onde eu possa adquirir conhecimento é substituida com "vou fazer faculdade", oque hoje em dia quer dizer mais ou menos "vou tentar adquirir um diploma", conhecimento ??? dane-se o conhecimento ! i mportante mesmo é o diploma.. ainda mais agora que o governo dispoe do tap ProUne para comprarmos o dito cujo...

A opressão do sistema está aí, onde um papel vale mais que o conhecimento; parece que o conhecimento autentico, nao vale mais nada mesmo.. e isto é angustiante. Muita gente sai da escola traumatizado com machado de assis ou rui barbosa, porque a escola traumatiza a todos fazendo decorar e fazendo com que o "estudante" perca qualque rpossibilidade de se apaixonar ou aprofundar de coração na obra, porque oque ipmorta é aprender o suficiente para tirar boa nota.

Em um setor industrial o sentimento de opressão é mais terrivel, uma industria é fechada as vezes pelos investidores friamente... uma lider do mercado compra industrias menores e fecham todas ! porque os acionistas acham mais interessante e mais lucrativo para um mercado que vai arrochar e trazer mais lucros para a lider, tudo é valido para aumentar a fortuna daqueles que já estao muito ricos; nada importa que o desemprego vai fazer um funcionário desistir de seu casamento tão esperado; nada importa que um Pai de familia chegue em casa angustiado pelo desemprego e desista de todos seus sonhos, inclusive do sonhado 5 dias no litoral... naquele periodo marcado para viver um paraiso, sera substituido por momentos de pânico e preocupação pelas contas mensal da famila; nao tem nenhuma valor a vida de cada trabalhador na industria, seus sonhos, anseios, traumas... metas pessoais simples, mas que tem muito valor pessoal para cada um; nós bem sabemos como é importante uma meta pessoal, um objetivo particular, e como isto é insignificante para os milionáriso capitalistas, na verdade, considerando isto, só temos de admitir que para quem tem muito capital, seus dependentes ou empregados, está muito distantes de ser comparados a "seres humanos", possuidores de sentimentos e lagrimas, que choram, riem, etc... O sistema se tornou um monstro terrivel, e sua boca voraz por mais lucros pisa, aniquila, ESMAGA ! todo sentimento humano.

Ainda esta semana Saddam foi eliminado, mas quanta gente anda por São Paulo e vê a cidade esburacada pelos interminaveis anos de corrupção na prefeitura, São Paulo poderia ser bela como Buenos Ayres, poderia.... se os governanes estivessem interesados nisto e não em aumetnar sua conta bancária no exterior... para o sistema beleza e sentimento não tem valor algum ! tudo vale pelo poder ou aumento de um valor absurdo para um único ser humano.

O sistema também não se importou quando a Indonesia exterminou milhares de tomorenses no timor leste, por decadas !!! ninguem se importou pelo sangue derramado no timor.
Da mesma forma, ninguems e importou com os 20 anos de governo Pinochet no Chile, toda a dor foi ignorada não só pela Onu, Estados unidos e até pela Inglaterra... foi nogento ver a rainha da inglaterra lametnar a morte de Pinochet.. !! ela na verdade estava declarando que tudo abaixo dela não era gente...eram seres passiveis e dignos de ser pisados ou exterminados... pouco importava os longos anos de asassinado e opressão do governo pinochet.

Assim é o sistema, ingora o ser humano como valor individual, olha tudo como uma média ! se isto fosse o ideal, mozart, beethoven, einstein jamais teriam alguma chance, porque estavam muito longe de se integrar a este método absurdo.

E quem não cede, é pisado e oprimido, sem dó nem piedade, e some entre os numeros e estatisticas de desemprego ou morte de um cemitério qualquer.

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